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23 de junho de 2014
17 de junho de 2014
Escola de Pais
O caráter espiritual da época de São João foi o tema da Escola de Pais de junho.
São João Bastista veio ao mundo para preparar os homens para o advento de Cristo. Ele representa uma era que estava terminando, que não poderia mais existir a partir do momento em que Jesus se tornou o Cristo.
Assim, na festa de São João está a grandiosa individualidade de João Batista como exemplo para nos orientar no caminho iniciado na festa de Pentecostes - quando os apóstolos se tornaram conscientes de sua profunda ligação com Cristo, por meio da manifestação do Espírito Santo.
A fogueira, típica da festa de São João, remete à lenha que se consome, diminui para que as labaredas cresçam. Aproveitar o fogo divino e transformador que temos em nós deve ser então a verdadeira motivação para a época e São João.
João
veio ao mundo para preparar o coração dos homens para o advento do
Cristo. Ele representava uma era que estava terminando, que não poderia
mais existir a partir do momento em que Jesus se tornou Cristo. Quando
pregava o arrependimento, ele queria mostrar que o ser humano precisava
buscar uma nova consciência para poder viver uma nova era – a
possibilidade individual de cada ser humano encontrar conscientemente o
caminho da espiritualidade. - See more at:
http://www.antroposofy.com.br/wordpress/backup-page/#sthash.f2KrvE07.dpuf
João
veio ao mundo para preparar o coração dos homens para o advento do
Cristo. Ele representava uma era que estava terminando, que não poderia
mais existir a partir do momento em que Jesus se tornou Cristo. Quando
pregava o arrependimento, ele queria mostrar que o ser humano precisava
buscar uma nova consciência para poder viver uma nova era – a
possibilidade individual de cada ser humano encontrar conscientemente o
caminho da espiritualidade. - See more at:
http://www.antroposofy.com.br/wordpress/backup-page/#sthash.f2KrvE07.dpuf
Extraído de:
"São João (24 de junho)
"São João (24 de junho)
O Caminho de Cristo - O resgate da magia das festas cristãs, de Evelyn Scheven
João
veio ao mundo para preparar o coração dos homens para o advento do
Cristo. Ele representava uma era que estava terminando, que não poderia
mais existir a partir do momento em que Jesus se tornou Cristo. Quando
pregava o arrependimento, ele queria mostrar que o ser humano precisava
buscar uma nova consciência para poder viver uma nova era – a
possibilidade individual de cada ser humano encontrar conscientemente o
caminho da espiritualidade. - See more at:
http://www.antroposofy.com.br/wordpress/backup-page/#sthash.f2KrvE07.dpuf
"Aprendemos a fazer a capelinha de São João com mexirica. Ela ficou linda
e perfumada. Quando acendemos uma velinha em seu interior, parece
acender algo também dentro de nós...
Em seguida lemos o capítulo referente à festa de São João do livro "O caminho de Cristo", de Karin Evelyn de Almeida.
Eu já tinha lido este livro, mas parecia estar escutando coisas inteiramente novas agora.Como disse a professora Bianca, é assim que assimilamos os ensinamentos antroposóficos: lemos, vivenciamos, os conteúdos vão ganhando vida e sentido dentro de nós. No ano seguinte lemos de novo e como já não somos os mesmos, novos sentidos podem emergir em nós...
Obrigada Pat, Bianca, Cláudia, Carol... pelo carinho
com que apoiam nossa autocapacitação como pais e seres humanos melhores."
(Cintia, mãe da Laila do 1º ano)
16 de junho de 2014
Viva São João!
As fotos mostram que nossa Festa Junina foi plena de alegria!
Pais, mães da Escola Livre Sofia: se tiverem fotos ou filmes da festa, por favor, enviem para: blogescolasofia@gmail.com
4 de junho de 2014
Celebrando Pentecostes com as crianças
Em Pentecostes, a luz se torna, para o homem, o fruto do seu agir.
Nesta data - o 50.º dia após a Páscoa, que neste ano será celebrado domingo, 8 de junho - os apóstolos estavam reunidos e, através da fusão de seus pensamentos e sentimentos, junto com a prática de exercícios religiosos, ocorreu a ligação com o Espírito Santo. Eles se conscientizam de sua profunda ligação com o Cristo.
Todos
Disse o espírito: Ergue o olhar! E em sonho
Avista nas Alturas, no luminoso espaço das nuvens,
O Senhor, partindo o pão, em meio aos doze,
Palavras de presságio e amor a pronunciar;
Para além dos comensais, o seu gesto de dirigia,
Convidava a Terra, as vastidões abraçar.
Disse o Espírito: Ergue o olhar! E um lindo branco
Eu vi pairar, convocando à Ceia a multidão dos fiéis;
E milhares de mãos se serviam nas mesas,
Que se perdiam nos confins da vasta penumbra
Onde na névoa cinzenta, sobre degraus descorados,
Esperavam, qual intrusos, figuras atormentadas.
Disse o Espírito: Ergue o olhar! E ares azuis
Banhavam a Ceia no imenso espaço sem fim;
Abundantes se puseram a jorrar, as fontes da vida,
Ninguém mais estendia sua taça em vão,
O povo inteiro sobre braçadas de trigo repousava;
Ninguém faltava, e todos se saciaram.
(Conrad Ferdnand Meyer)
Vivenciando com as crianças
A mesa de Pentecostes
Um quadro de Pentecostes é pendurado na parede sobre a mesa. Na mesa, uma vela branca circundada por 12 velas brancas menores. As crianças podem produzir os castiçais com argila e pintá-los com 12 cores diferentes. Colocar flores que se compõe de vários indivíduos, mas que nascem num mesmo espaço, por exemplo, margaridas.
O acender das velas
No dia de Pentecostes, de manhã, quando as crianças entrarem na sala, a vela do meio já deve estar acesa. Após uma canção e um verso, cada criança e os adultos acendem uma vela na vela do meio. As velas restantes são acesas, da mesma forma, pelas crianças em nome de pessoas a elas ligadas - por exemplo, padrinhos, avós, amigos, parentes, doentes ou falecidos.
A criança vivencia, dessa forma, uma associação de pessoas para quem também pode fazer alguma coisa.
O acender das velas deveria acontecer pelo menos três vezes: no domingo de Pentecostes, na segunda-feira e no domingo seguinte, com a inclusão de novas pessoas no rol dos lembrados.
Contos relacionados
A Gata Borralheira: as pombas ajudam na separação entre o bem e o mal e sabem quem é a noiva correta.
As Três Línguas: devido à sabedoria das pombas, pode ser lida a missa.
29 de maio de 2014
A Festa Junina vem aí...
28 de maio de 2014
Pentecostes
Homem, olha além
dos mares e montanhas
Além da estreita terra.
Ultrapassa, com a força de ti mesmo,
o horizonte longínquo.
Abandona as cadeias
que te prendem
do passado morto
ergue-se às serenas paragens.
Onde os contrastes
se anulam e as diferenças de abatem
Eleva a tua voz,
clarim do amanha.
E canta homem, cante o teu hino,
glorioso hino, retumbante e feliz,
de teu belo por vir
e grandioso destino.
A palavra pentecostes significa, em grego, quinquagésimo (dia após a Páscoa).
No primeiro pentecostes após a morte de Jesus, os Apóstolos estavam reunidos e receberam o Espírito Santo na forma de línguas de fogo: todos ficaram imersos do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas.
Dessa forma, os Apóstolos se conscientizaram de sua profunda ligação com o Cristo, podendo se dirigir aos seres humanos, transmitir seus ensinamentos e provocar acontecimentos semelhantes.
O episódio marca a união do Homem com o Espírito Santo, numa bênção coletiva, superando a dimensão individual.
Extraído de:
"Pentecostes"
O Caminho de Cristo - O resgate da magia das festas cristãs, de Evelyn Scheven
O Caminho de Cristo - O resgate da magia das festas cristãs, de Evelyn Scheven
"Pentecostes"
"
20 de maio de 2014
As crianças no segundo setênio
À luz da Antroposofia, o segundo setênio (7 a 14 anos) pode ser descrito a partir das seguintes características gerais:
- Desenvolvimento anímico;
- Emancipação da vida corporal;
- Desenvolvimento anímico;
- Maturidade sexual;
- Interage e reage aos estímulos que recebe;
- Necessita de explicações conceituais;
- Interesse pela admiração que as coisas causam;
- Vivência na área dos sentimentos (sai sentido entra sentimento);
- Puberdade (12/14 anos) perturba a harmonia anímica;
- O professor Waldorf deve saber o que é bom ou não para seu aluno e entusiasmá-lo, deve ter “autoridade amorosa”;
- Característica: O belo.
- Necessita de explicações conceituais;
- Interesse pela admiração que as coisas causam;
- Vivência na área dos sentimentos (sai sentido entra sentimento);
- Puberdade (12/14 anos) perturba a harmonia anímica;
- O professor Waldorf deve saber o que é bom ou não para seu aluno e entusiasmá-lo, deve ter “autoridade amorosa”;
- Característica: O belo.
Extraído de: "A pedagogia Waldorf"
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